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 Revisão da Literatura de Sentimento de Comunidade e sua relação com outras variaveis (Cavaleiro, T. 2007)

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MensagemAssunto: Revisão da Literatura de Sentimento de Comunidade e sua relação com outras variaveis (Cavaleiro, T. 2007)   Sex Out 03, 2008 8:12 am

Sentimento de Comunidade com populações especificas


Pretty, G.; Andrewes, L. & Collett, C. 1994

“Exploring Adolescents’ Sense of Community and its relationship to Loneliness”

Este artigo mostra os resultados de 2 estudos que exploram o SC dos adolescentes. (n=108) e (n=167) respectivamente. Estudantes de uma universidade no Canadá, responderam a um questionário, investigando a sua vizinhança e o SC na escola. (usando o ISC, McMillan & Chavis, 1986), assim como o grau de suporte social e solidão. Os resultados sugerem que os adolescentes estão mais relacionadas com a sua vizinhança e com o SC. A solidão está relacionada com um baixo SC na escola. Os autores concluem que o ISC é uma medida válida para o suporte social nos adolescentes.


Lambert, S. & Hopkins, K. 1995


“Occupational Conditions and Workers’s Sense of Community: Variations by Gender and Race”

Este estudo investiga o SC dentro do local de trabalho, os autores definem como as percepções dos trabalhadores de um compromisso mútuo entre trabalhadores e patrão. Os questionários foram distribuídos aos 667 trabalhadores e a 217 supervisores. 38% dos trabalhadores são mulheres, 26% Hispânicos e 15% Africanos Americanos. Os resultados sugerem que para todos os empregados, o SC aumenta quando são promovidos, quando o trabalho vai variando e quando a interacção entre os empregados é encorajada. O suporte dos supervisores fortalece o SC dos homens, ao contrário das mulheres, talvez pela maior parte dos empregados e dos supervisores serem do sexo masculino. Os autores descobriram que os empregados Africanos Americanos, particularmente as mulheres, percepcionam normalmente um fraco SC com a empresa. Dentro da empresa, estes empregados estão muitas vezes afastados dos outros Africanos Americanos, e frequentemente são supervisionados por homens de cor branca. Os trabalhadores Hispânicos não estão tão isolados dos outros e mostram um SC mais alto. Os autores sugerem que deve ser dada especial atenção às minorias no local de trabalho, para aumentar o SC e a sua saúde psicológica.

Brodsky, A. 1996

“Resilient Single Mothers in Risky Neighbourhoods: Negative Psychological Sense of Community”

Este artigo oferece uma explicação do SC, argumentando que este conceito pode ser positivo, negativo ou neutro, dependendo das necessidades das comunidades. A autora afirma que a visão positiva (forte) do SC é uma parte importante para o desenvolvimento da comunidade, embora não se verifique em todas as comunidades. Usando métodos qualitativos, a autora investigou o SC entre 10 mães solteiras Africanas (n=10) que vivem em casas de um perigoso projecto em Washington, DC. Ela encontrou que, quando as mulheres têm uma sobrecarga pessoal, elas e as suas crianças percepcionam um fraco SC (i.e. mantêm uma grande distancia com os vizinhos, e não se envolvem com nenhum grupo). Para estas mães, o facto de se comprometerem mais com a sua comunidade, era sinónimo de sacrificarem alguns dos seus próprios valores e em último caso comprometerem a segurança das suas famílias. Brodsky, apela aos técnicos de desenvolvimento da comunidade para pensarem mais profundamente sobre as possíveis implicações que as intervenções de trabalho na comunidade possam ter em alguns membros da mesma.


Plas, J. & Lewis, S. 1996

“Environmental factors and Sense of Community in a Planned Town”

Este estudo explora o SC numa comunidade de novo urbanismo, em Seaside, Florida, uma cidade planeada com metas específicas que encoraja os relacionamentos interpessoais. Usou métodos qualitativos. Os autores sugerem que os aspectos ambientais (i.e., caminhos pedonais, pórticos frontais, casas perto da rua), assim como factores do SC (União dos membros, influência, ligações emocionais partilhadas, integração e satisfação das necessidades), contribuem para um sentimento geral da comunidade de Seaside. Os autores sugerem que os aspectos ambientais podem trazer contribuições significativas ao SC em comunidades estáveis.



Pretty, G.; Conroy, C.; Dugay, J.; Fowler, K. & Williams, D. 1996


“Sense of Community and its Relevance to Adolescents of All Ages”


Os autores investigaram o SC com adolescentes que vivem numa cidade marítima do Canadá. Brancos com idades entre os 13 e os 18 anos (n=234), completaram o questionário que explora o SC da sua escola, SC da vizinhança, experiências de suporte social, solidão e bem-estar subjectivo. O SC está fortemente relacionado com o bem-estar, ajudando a reduzir a solidão dos adolescentes. Verifica-se uma relação forte entre o SC da escola e da vizinhança, talvez porque muitos adolescentes viviam na mesma vizinhança e tinham os seus amigos na escola. O SC da vizinhança está relacionado com os anos de residência na sua vizinhança. Os adolescentes mais jovens tinham um SC mais alto (tanto na escola como na vizinhança) do que os adolescentes mais velhos. Os autores propõem que se estude o SC em diferentes idades, e dar especial atenção aos adolescentes que pertencem a minorias, ou que tenham abandonado a escola.


Wilson, G. & Baldassare, B. 1996

“Overall Sense of Community in a Suburban Region: The effects of Localism, Privacy and Urbanization”

Este estudo investiga o SC numa vizinhança suburbana em Orange County, Califórnia. (n=1017). A maioria dos residentes (68%), sentiam SC dentro das suas vizinhanças e este sentimento foi mais forte quando os residentes estavam satisfeitos com a quantidade de participação local na comunidade, e estavam felizes com o grau de privacidade com os vizinhos. Os autores encontraram que a urbanização dos subúrbios (medida pela população, densidade e heterogeneidade étnica), diminuía o SC em geral. Os autores ficaram surpresos por encontrarem que a privacidade estava positivamente relacionada com o SC. A regulação da vida social provoca stress pessoal e baixos níveis de SC.



Van Zandt, S. 1997

“Exploring the Relationship between Sense of Community and Territoriality in Rural Neighbourhoods”

Este estudo explora a territorialidade e o SC em Colónias – subdivisões rurais no Texas, México, que embora vivam em condições deploráveis, pensa-se que tenham um alto SC. A autora aplicou os questionários, como forma dos residentes aprenderem mais sobre o seu SC e a territorialidade das suas casas (através da personalização e aumento das medidas de segurança). A autora determinou que as comunidades exibiam altos níveis de SC e de territorialidade, contudo não conseguiu encontrar relação entre estes dois conceitos.



Joranko, D. 1998

“The Sense of Community on a Racially Integrated Residential Block in Lansing, Michigan”

O estudo investiga o SC num bairro racialmente diverso, no Michigan, usando métodos qualitativos e quantitativos. Inicialmente os residentes completaram um questionário de SC (n=14) que foi também administrado a outros bairros da cidade. Os resultados mostram que há um relativo SC nesta comunidade. O autor entrevistou os residentes do bairro para descobrir mais acerca das 6 dimensões do SC: Ligação, Pertença, Suporte, Segurança, Empowerment, Participação. Estas entrevistas mostraram que há muitos laços informais, relações fechadas foram raras. O bairro mostrou ser bastante aberto à diversidade racial e étnica, e casualmente as interacções de vizinhança pareciam ser não discriminatórias. A maior parte das socializações tinham lugar fora do bairro, associadas a trocas de ajuda. O autor sugere que a amizade sem expectativas de suporte socioemocional promove a abertura à diversidade racial e étnica.



Brodsky, A.; O’Campo, P.; Aronson, R. 1999

“Psychological Sense of Community in Community Context: Multi-level Correlates of a Measure of Psychological Sense of Community in Low-Income, Urban Neighbourhoods”

Este estudo desafiou a suposição que as vizinhanças urbanas, menos aceites, são lugares de alienação e com baixos níveis de SC. Os autores exploram a variação de níveis de SC em 3 comunidades pouco aceites na Cidade de Baltimore (n=749). Identificaram que os níveis das características individuais e comunitárias, associadas com os valores de variação do SC, usando um questionário aos residentes e informação externa da comunidade (i.e. nº de prédios abandonados, % de crime e densidade). Das 14 variáveis de níveis individuais exploradas, 5 eram significativa e positivamente relacionadas com o SC (idade; reconhecimento de uma relação com sucesso entre vizinhos; visitas a igrejas, sinagogas, mesquitas; estarem recenseados; estarem envolvidos em organizações de vizinhos). 2 Variáveis (ter filhos em casa, preocupação com o declínio da qualidade de vida do bairro) eram inversamente proporcionais com o SC. Em termos de variáveis a nível comunitário, a % de recenseados, % de pessoas envolvidas em organizações de vizinhança, proporção de casas próprias ocupadas, estavam positivamente relacionadas com o SC. Uma relação negativa do SC foi encontrada para a % de residentes que não trabalham. Os autores concluíram que o SC individual é influenciado tanto pelas variáveis de nível individual como comunitárias, e que as variáveis de nível comunitário diferem mediante o bairro ou a vizinhança em causa. Os autores recomendam um esforço a nível comunitário, para melhorar o SC, através de iniciativas tais como o aumento de oportunidades de emprego e habitação, redução dos aglomerados populacionais, em vez de sobrecarregar o indivíduo.


Enns, C. & Wilson J. 1999

“The Picket Fence Project: Sense of Community and Neighbourliness in Vancouver Suburban Communities”

Este estudo explora a interacção e o envolvimento ao nível da comunidade e da vizinhança, tanto para os novos urbanistas como para as subdivisões padrão da vizinhança, em 9 diferentes áreas em Vancouver (n=645). Os residentes completaram um questionário com 35 questões, investigando a familiaridade da vizinhança, sociabilidade, envolvimento da comunidade, compromisso da vizinhança, os nomes e as fronteiras dos residentes, usado para identificar a sua vizinhança. Os autores encontraram que a maior parte dos inquiridos consideram que os seus vizinhos são aqueles que estão a 5 minutos a pé das suas casas. As áreas comerciais perto de áreas residenciais são normalmente incluídas nas demarcações espaciais dos residentes e o desenvolvimento na criação de identidades ajudam a demarcar a vizinhança e encoraja a interacção entre os mesmos. Eles também descobriram que a presença de crianças não é um requisito para a interacção, como se pensa na generalidade. Os valores de interacção com maior intensidade verificam-se entre o primeiro e o nono ano de residência. Os autores descobriram os seguintes factores como contribuintes para a existência de vizinhança: vizinhos simpáticos, design das ruas e do bairro, participação em programas de bairro, e locais de encontro entre vizinhos. Por outro lado, o que condiciona a vizinhança é a falta de tempo, não terem filhos, falta de líderes no bairro e locais de encontro.


Garcia, I.; Giulian F. & Wiesenfeld, E. 1999


“Community and Sense of Community: The Case of na Urban Barrio in Caracas”

Os autores usaram métodos de investigação qualitativos para investigarem a comunidade e o SC numa comunidade urbana pobre, na Venezuela. 40 Residentes, incluindo alguns fundadores da comunidade e pessoas de todas as faixas etárias, foram entrevistados acerca da sua interpretação de comunidade, SC, e a importância da história da comunidade. Com base nestas entrevistas, os autores concluíram que uma consciência activa da história da comunidade, presente diariamente, é um componente crítico para manter o SC. Os autores propõem, para futuras investigações, o entendimento dos residentes das suas noções da história da comunidade e das definições pessoais de “comunidade”. A comunidade e o SC são conceitos teoricamente similares, que não podem ser considerados separadamente.
Tabela 2 – Revisão dos artigos científicos de Sentimento Psicológico de Comunidade e a sua relação com outras variáveis, com a respectiva evolução histórica do conceito
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